Uma piada que não está a ter piada (2)

Li mais umas páginas de A Piada Infinita. Benevolente, mas ao mesmo tempo triste. Triste porque queria mesmo ler este livro e queria mesmo lê-lo em português, porque sei que no inglês vou tropeçar muitas vezes em partes mais complicadas. O problema é que estou a tropeçar muitas vezes na tradução portuguesa. E em partes… Continue a ler Uma piada que não está a ter piada (2)

Uma piada que não está a ter piada

Hoje comecei a ler A Piada Infinita, de David Foster Wallace. Comecei ontem à noite, mas tecnicamente já era hoje porque já passava da meia-noite. E comecei com alguma solenidade, como quem se prepara para um evento importante da sua vida. Estava disposto a desfrutar da viagem. Os tempos da Internet, das compras online, dos… Continue a ler Uma piada que não está a ter piada

Contistas portugueses

Foram conhecidos recentemente os finalistas do Prémio Portugal Telecom de Literatura. Além da supremacia clara dos autores brasileiros sobre os portugueses, o que não me espanta no romance e talvez espantasse na poesia se conhecesse poesia brasileira contemporânea, há outro dado curioso. Este ano, pela primeira vez, há finalistas por categorias: poesia, romance e conto… Continue a ler Contistas portugueses

Em vez de assim

Comecei a escrever aqui um post que falava sobre o Benfica, e a derrota que sofreram contra o Porto, e a que provavelmente sofrerão contra o Zenit. Depois achei que era melhor não falar de futebol neste blogue. Primeiro, porque não tenho nada de jeito para dizer. Sempre me aborreceu imenso falar de futebol e… Continue a ler Em vez de assim

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Nenhuma das duas

Há bocado senti uma vontade absurda de escrever ficção. Já passaram uns meses desde a última vez que o fiz. O último conto que terminei não passou ainda de primeiro rascunho. Ainda não tive coragem de lhe pegar e enfrentar as imperfeições. Há já muito tempo que percebi que a minha imaginação é fértil quando se… Continue a ler Nenhuma das duas

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Do meu sangue

Ontem à noite estive a rever Sangue do Meu Sangue, de João Canijo. A sensação que trouxe do cinema, quando o vi pela primeira vez no ano passado, manteve-se intacta, se não mesmo reforçada. É um filme brilhante e custa-me perceber porque é que não participou em festivais de cinema de maior visibilidade (e espero… Continue a ler Do meu sangue

Despejar nomes

Andava a apetecer-me fazer um post aqui, mas como ando com preguiça de escrever coisas que exijam um bocadinho de articulação de ideias, se calhar faço só uma sessão de name-dropping. Tipo, dizer o que é que tenho andado a fazer e isso. Tenho andado a ouvir música. Desde que fiz um tope de 2011… Continue a ler Despejar nomes

Do patriotismo e da descrição

Quem me conhece sabe que não sou dado a patriotismos. Não sei se isso é bom ou mau. Sei porque é que sou assim e se calhar o motivo não é o mais correcto. É que para mim o patriotismo está demasiado associado ao nacionalismo obtuso da direita extremista. Eu tenho consciência de que isto… Continue a ler Do patriotismo e da descrição